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Concórdia

Família reclama de demora no atendimento do IML de Concórdia.

Sidnei Raymundi morreu às 20h de quarta-feira e foi liberado para sepultamento às 12h30 do dia seguinte.

10/05/2019 14h33
Por: Diego Salmon Franke
Fonte: Rádio Aliança
O IML de Concórdia seguidamente é pauta na mídia por falta de estrutura.
O IML de Concórdia seguidamente é pauta na mídia por falta de estrutura.

Familiares do tatuador Sidnei Raymundi, 42 anos, reclamam da demora do IML de Concórdia para liberar o corpo do rapaz para o sepultamento. Raymundi morreu às 20h da quarta-feira, 8 de maio, por causa de uma parada cardiorrespiratória, mas o corpo foi encaminhado ao IML a pedido dos familiares para saber as causas da morte.

 

O sogro do tatuador, Edvino Hoeckler, relatou que o corpo foi encaminhado do hospital para o IML por volta das 2h da madrugada de quinta e a liberação para o velório ocorreu somente às 12h30. “O corpo de Sidnei ficou dentro do veículo do IML até a parte da manhã quando foi realizada a perícia”, lamentou Hoeckler .

 

Diane Kron, que era amiga de Raymundi, também reclamou da situação precária em que se encontra a estrutura do ILM local. Segundo ela, a liberação do corpo estava prevista para as 10h, mas ocorreu apenas perto dos 12h30. “Realmente a situação é absurda. É complicado chegar lá e ver o corpo do ente querido dentro do caminhão do IGP em uma gaveta. Isso não se faz nem com animais”, lamenta Diane.

 

O IML de Concórdia seguidamente é pauta na mídia por falta de estrutura. Atualmente, são duas funcionárias que trabalham em forma de escala. Quando uma está de folga a outra fica em sobreaviso para atender o plantão. O IML de Concórdia atende 13 municípios da região. O Jornalismo da Aliança manteve contato com o IML, que não se manifestou até o momento.

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