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Covid-19

Médicos do HSF acreditam que o “pico” da Covid-19 na AMAUC passou

População precisa ficar alerta

24/07/2020 20h54
Por: Diego Salmon Franke
Fonte: Atual Fm
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A médica acredita que a região já passou pela fase mais aguda da doença.
A médica acredita que a região já passou pela fase mais aguda da doença.

O diretor técnico do Hospital São Francisco, Juliano Copetti e a médica infectologista, Clarissa Guedes, estiveram nesta sexta-feira, dia 24, AO VIVO no estúdio da Atual FM. Apesar da situação complicada que vive o Estado devido ao aumento considerável de casos de Covid-19, o Alto Uruguai Catarinense enfrenta um período de estabilidade.

Novos casos aparecem diariamente, porém não faltam leitos de UTI para internar os pacientes. Além disso, a população está buscando o atendimento médico quando do início dos sintomas facilitando a recuperação. De acordo com Copetti, a população não precisa ficar preocupada com a vinda de pacientes de outras regiões para atendimento no Hospital São Francisco e que precisam de vagas na UTI.

A unidade de saúde está com a situação sob controle, porém é necessário a população continuar mantendo o rigor nos cuidados. Copetti ressaltou o trabalho realizado pela equipe do Hospital São Francisco que tem um índice de letalidade muito abaixo em comparação com outras regiões de SC e do Brasil.

A médica Clarissa Guedes ressalta que os profissionais do HSF estão trabalhando com muita responsabilidade e cuidado para que os pacientes que necessitem de internamento consigam voltar para casa recuperados. Ela também ressaltou que a direção da unidade de saúde tem auxiliado muito no intuito de garantir que não faltem medicamentos ou qualquer instrumento de trabalho aos profissionais.

PICO DO CORONAVÍRUS NA AMAUC

Clarissa Guedes afirma que é necessário manter a higiene das mãos, evitar a aglomeração e utilizar a máscara nesse período de pandemia. A médica acredita que a região já passou pela fase mais aguda da doença. Em abril e maio os números de casos aumentaram e junho e julho houve queda dos percentuais de pacientes com a doença.

Os especialistas acreditam que Concórdia atingiu a “imunidade de rebanho”, ou seja, quando um percentual da comunidade é submetido a infecção e a maioria se recupera sem apresentar sintomas. Isso pode variar de 15% até 60%. Em Concórdia, a expectativa é de que no mínimo 15% da população já tenha a imunidade após contrair a doença sem ter conhecimento.