G2-NOVO
COVID-19

Alto Uruguai Catarinense é classificado como área gravíssima do Coronavírus

Classificação saiu nesta quarta-feira

29/07/2020 19h41
Por: Diego Salmon Franke
Fonte: Rádio Rural
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Segundo o comunicado, a região tem a necessidade de empenhar-se na ativação dos leitos de UTI cujos equipamentos foram destinados aos hospitais locais.,
Segundo o comunicado, a região tem a necessidade de empenhar-se na ativação dos leitos de UTI cujos equipamentos foram destinados aos hospitais locais.,

O Governo do Estado de Santa Catarina emitiu, na tarde desta quarta-feira, um alerta confirmando que a área do Alto Uruguai Catarinense passa a fazer parte da região com potencial Gravíssimo para o Coronavírus.
Até agora, os municípios da AMAUC estavam classificados com risco grave, mas devido ao número de elevado de internações na CTI do Hospital São Francisco, usando os critérios com as demais regiões, a Central de Operações de Emergência em Saúde – COES, mudou estra classificação.

A partir da Portaria SES no. 464 de 03 de Julho de 2020 ficou instituído o Programa de Descentralização e Regionalização das Ações de Combate à COVID-19 em Santa Catarina. O monitoramento realizado a partir de dados regionais apontam que a região está classificado com Risco Potencial Gravíssimo (vide http://www.coronavirus.sc.gov.br/gestao-da-saude/ >Apoio à Decisão para acompanhamento).
A Avaliação leva em consideração quatro dimensões de prioridade, que ganham as mesmas classificações de risco. Abaixo se identifica quais delas são mais importantes na atuação imediata.

Segundo o comunicado, a região tem a necessidade de empenhar-se na ativação dos leitos de UTI cujos equipamentos foram destinados aos hospitais locais, ampliar a capacidade das vigilâncias epidemiológicas e serviços de saúde em identificar casos suspeitos e rastrear seus contatos com o intuito de testá-los e isolá-los, e, principalmente, atuar na promoção de isolamento social como medida para minimizar o Risco Potencial da região.

A nota ainda destaca que ações promotoras de isolamento social impactam em redução do contágio imediato mas refletem-se em redução no número de internados em somente daqui 2 a 3 semanas. Por isto, é preciso tomá-las imediatamente, uma vez que o número atual de casos e seu consequente número de casos graves registrados se aproximam da capacidade TOTAL de atendimento em Unidades de Terapia Intensiva na sua região.