G2-NOVO
COVID-19

Prefeito de Herval d’Oeste segue internado lutando contra a COVID, sem previsão de alta, diz médico

O paciente segue internado sem qualquer previsão de alta.

03/06/2021 10h36
Por: Diego Salmon Franke
Fonte: Marcelo Santos
63
O pneumologista destacou que o prefeito chegou a fase mais grave da doença, mas o organismo reagiu bem na UTI
O pneumologista destacou que o prefeito chegou a fase mais grave da doença, mas o organismo reagiu bem na UTI

O prefeito de Herval d’Oeste Mauro Martini segue internado no Hospital Universitário Santa Teresinha de Joaçaba (HUST) travando luta contra a COVID-19.

Ele não depende mais de ventilação mecânica para respirar, mas ainda está recebendo um alto fluxo de oxigênio já que seus pulmões estão com mais de 75% comprometimento pelo vírus.

O quadro clínico do prefeito foi confirmado a Rádio Catarinense na manhã desta quarta-feira pelo médico pneumologista Carlos Massucato que faz parte da Ala Covid do HUST. 

Mauro Martini ficou nove dias entubado, respirando com ajuda de aparelhos, mas na última quinta-feira, dia 27, ele passou pelo processo chamado de “extubação” onde a ventilação é retirada.

Por medida de segurança, até que a equipe médica tivesse a garantia da estabilidade do paciente, ele ficou internado na UTI até domingo, dia 30, quando foi transferido para o setor de enfermaria. 

O médico Carlos Massucato informou a Rádio Catarinense que a doença segue regredindo positivamente, mas ainda está em fase aguda, pois isso o prefeito precisa de suporte com oxigênio e faz uso de medicação para controle de infecção e complicações secundárias.

Na enfermaria ele está comunicativo, mas ainda merece os cuidados e não há previsão de alta.

O pneumologista destacou que o prefeito chegou a fase mais grave da doença, mas o organismo reagiu bem na UTI ficando entubado por apenas 9 dias, quando na média os pacientes tem ficado de 2 a 3 semanas.

A doença, segundo o médico Carlos Massucato, está em franca atividade, por isso o paciente segue internado sem qualquer previsão de alta.

Por Marcelo Santos