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Polícia

Autor de tentativa de homicídio é condenado a mais de 13 anos de prisão

Crime aconteceu em fevereiro do ano passado no bairro Floresta em Concórdia

10/08/2021 20h08
Por: Diego Salmon Franke
Fonte: Rádio Aliança
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Sessão do Tribunal do Júri acontece nesta terça-feira, dia 10, no Fórum da Comarca de Concórdia./Foto: Arquivo
Sessão do Tribunal do Júri acontece nesta terça-feira, dia 10, no Fórum da Comarca de Concórdia./Foto: Arquivo

O réu J.S.B foi condenado a 13 anos, dois meses e 20 dias de reclusão em regime inicial fechado, pela tentativa tentativa de homicídio, ocorrida no dia 19 de fevereiro de 2020 na Rua das Pitangueiras, no bairro Floresta em Concórdia. A Sessão do Tribunal do Júri ocorreu nesta terça-feira, dia 10. O tribunal foi presidido pelo juiz Ildo Fabris Júnior, na acusação atuou o promotor João Paulo de Andrade e na defesa, os advogados Leandro Bernardi e Jonathan Garda Vaz.

 

 

O réu, que estava preso desde o dia do crime, foi condenado por duas tentativas de homicídio duplamente qualificadas, motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas, em razão das vítimas que abriram a porta (vó e neta no colo). Ele respondia, ainda, por uma terceira tentativa de homicídio em desfavor do marido da vítima, porém o conselho de sentença decidiu pela absolvição. Também houve condenação por porte de arma de fogo de uso permitido. 

 

Conforme a denúncia, o crime iniciou no começo da tarde da dessa data. O denunciado foi até em frente a uma residência com uma arma de fogo e começou a gritar. No momento que uma mulher, que carregava uma criança de nove meses no colo, abriu a janela para ver o que acontecia, houve um disparo. Porém, o projétil atingiu a porta da casa, transpassou e parou na parede externa do imóvel. Ninguém se feriu. Ainda conforme a denúncia, nessa mesma data, porém durante a noite, o réu voltou ao local para tentar matar uma outra pessoa. Quando esta saiu para fora, J.S.B teria apontado a arma e apertado o gatilho, porém a arma não disparou.

 

O motivo da desavença, segundo o processo, foi uma denúncia de perturbação que as vítimas haviam feito ainda durante o réveillon contra o denunciado.